Os feitos utilizando os meios de comunicação social podem se torna um grande bem quando trabalhados em prol de finalidades positivas a um público, sendo assim a comunicação não esta livre de conceitos éticos e morais. Deve ser visto que a comunicação explora um mundo de formulação de ideias, ações, definições, informações e de muitos outros processos básicos, a comunicação nunca foi tão importante quanto nesta nova era, porque através da sua mediação a sociedade constitui um novo padrão de comportamento. E paralelamente a um conhecimento ético, deve sem dúvida ocorrer um procedimento seguro, dando credibilidade a informação e aos meios sociais, ou mass mídia, como frequentemente usamos.
A ética da comunicação social está relacionada não só ao conteúdo (mensagem) e ao processo da comunicação (modo de comunicar), mas nas questões fundamentais de estrutura e sistemas, que incluem problemas de política que dependem da distribuição de tecnologia e produtos sofisticados (quem serão os ricos e os pobres de informação). Pelo menos nas sociedades abertas, dotadas de economia de mercado, a principal questão ética pode dizer respeito ao modo de equilibrar o lucro em relação ao serviço de interesse público.
A Igreja constitui uma particular expressão de renovação de suas formas de evangelização trabalhando o uso de novas tecnologias , do seu antigo interesse pelos meios de comunicação social a serviço da palavra. Considerando os meios de comunicação como o resultado do processo histórico-científico, mediante o qual a humanidade foi de certo modo progredindo cada vez mais na descoberta dos recursos e dos valores contidos em tudo aquilo que foi criado, a Igreja tem declarado com frequência a sua convicção de que o uso de novas tecnologias são, em conformidade com as palavras do Concílio Vaticano II, maravilhosas invenções técnicas que já contribuem em grande medida para ir ao encontro das necessidades humanas de comunicar-se e podem fazê-lo ainda mais.
Comunicar-se, é uma necessidade humana para estabelecer relações. Desde sua origem, a Igreja Católica acompanha todas as iniciativas humanas que fortalecem os vínculos relacionais com o próximo e com Deus. Comunicar é tornar comum o conhecimento e as realidades, temos como base as parábolas de Jesus, atraves de suas historias passava ao povo conhecimentos de suas atitudes e criando uma justiça de paz e amor, da mesma forma hoje deve ser feito da mesma maneira, no intuito de revelar a realidade sem mudar a verdade.
quinta-feira, 17 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
45° Dia Mundial da Comunicação Social

Há 45 anos a Igreja Católica comemora o Dia Mundial da Comunicação Social. A data foi oficializada após o Concílio Vaticano II, como forma de refletir sobre os meios de comunicação social, as mudanças e impactos do mesmo na sociedade e a utilização dos mesmos na evangelização.
Na ocasião da Instituição da data, a Igreja teve como marco o primeiro documento em um Concílio abordou o tema das Comunicações Sociais, o Inter Mirífica. Nele, diferente das posições defensivas tomadas em documentos anteriores, a Igreja declara que os meios de comunicação social, em suas mais variadas áreas e tecnologias aplicadas, não só poderiam como deveriam ser utilizadas de forma consciente e responsável na evangelização.Segundo o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, em seu comunicado oficial à imprensa, a comunicação deve ser entendida e centrada na pessoa humana que está no coração de todos os processos comunicativos.
O Pontifício Conselho pede que haja critérios baseados na verdade, principalmente pelos jornalistas católicos. “Para abordar a verdade e assumir a tarefa de compartilhar isso exige a ‘garantia’ de uma autenticidade de vida daqueles que trabalham na mídia, e especialmente dos jornalistas católicos, uma autenticidade de vida que não é menos necessária na era digital”.
Finalizando, o Pontifício Conselho pede a credibilidade na pessoa humana e não nas tecnologias. “A tecnologia, por si só, não pode estabelecer ou reforçar a credibilidade do comunicador, nem pode servir como uma fonte de valores que guia a comunicação. A verdade deve permanecer em um ponto firme e imutável de referência das novas mídias e o mundo digital, abrindo novos horizontes de informação e conhecimento”.
“Entre as maravilhosas invenções da técnica que, principalmente nos nossos dias, o engenho humano extraiu, com a ajuda de Deus, das coisas criadas, a santa Igreja acolhe e fomenta aquelas que dizem respeito, antes de mais, ao espírito humano e abriram novos caminhos para comunicar...”
Inter Mirífica nº1
Desde então, comemora-se o Dia Mundial da Comunicação Social na Igreja como forma de refletir os passos dados e os contextos atualizados da evangelização através dos meios de comunicação social, onde o Papa direciona uma mensagem com reflexão em um tema específico escolhido.
Cada Diocese do mundo é convidada a viver o tema do ano de forma a contemplar sua realidade local. Em São Luís, a Arquidiocese em parceria com a PASCOM, IESMA, Edições Paulinas, Rede Vida e TV Nazaré, promovem a II Jornada Diocesana da Comunicação SociaL nos dias 1,2 e 3 de junho deste ano com o tema Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital.
Na ocasião da Instituição da data, a Igreja teve como marco o primeiro documento em um Concílio abordou o tema das Comunicações Sociais, o Inter Mirífica. Nele, diferente das posições defensivas tomadas em documentos anteriores, a Igreja declara que os meios de comunicação social, em suas mais variadas áreas e tecnologias aplicadas, não só poderiam como deveriam ser utilizadas de forma consciente e responsável na evangelização.Segundo o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, em seu comunicado oficial à imprensa, a comunicação deve ser entendida e centrada na pessoa humana que está no coração de todos os processos comunicativos.
O Pontifício Conselho pede que haja critérios baseados na verdade, principalmente pelos jornalistas católicos. “Para abordar a verdade e assumir a tarefa de compartilhar isso exige a ‘garantia’ de uma autenticidade de vida daqueles que trabalham na mídia, e especialmente dos jornalistas católicos, uma autenticidade de vida que não é menos necessária na era digital”.
Finalizando, o Pontifício Conselho pede a credibilidade na pessoa humana e não nas tecnologias. “A tecnologia, por si só, não pode estabelecer ou reforçar a credibilidade do comunicador, nem pode servir como uma fonte de valores que guia a comunicação. A verdade deve permanecer em um ponto firme e imutável de referência das novas mídias e o mundo digital, abrindo novos horizontes de informação e conhecimento”.
“Entre as maravilhosas invenções da técnica que, principalmente nos nossos dias, o engenho humano extraiu, com a ajuda de Deus, das coisas criadas, a santa Igreja acolhe e fomenta aquelas que dizem respeito, antes de mais, ao espírito humano e abriram novos caminhos para comunicar...”
Inter Mirífica nº1
Desde então, comemora-se o Dia Mundial da Comunicação Social na Igreja como forma de refletir os passos dados e os contextos atualizados da evangelização através dos meios de comunicação social, onde o Papa direciona uma mensagem com reflexão em um tema específico escolhido.
Cada Diocese do mundo é convidada a viver o tema do ano de forma a contemplar sua realidade local. Em São Luís, a Arquidiocese em parceria com a PASCOM, IESMA, Edições Paulinas, Rede Vida e TV Nazaré, promovem a II Jornada Diocesana da Comunicação SociaL nos dias 1,2 e 3 de junho deste ano com o tema Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital.
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